Arquivo, Poesia

De que escrevo?

De que escrevo eu?
De ócio e dor e desalma e amor (?)

Um poeta que não sente não tem o que escrever
ou não sente o que escreve
– o que confio que lhes aconteça a todos.
Os que guardo no sótão já não sabem o que fazer. Continuar a ler

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Poesia

Ode às Palavras

Palavras,
Quimeras de fogo,
Ardentes, demasiado tentadoras,
Dementes, quiçá, que invejam sentimentos
E fazem das suas presas devoradoras de momentos,
Socorro,
Elas fazem-me escrever, saem da minha mente
De forma pouco eloquente e desumana
Elevando os limites do crente à falta de querer viver,
De urbana e fácil compreensão,
Lentamente ofuscando o ser, entre mil maneiras
De pedir perdão. Continuar a ler

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